Raul Jungmann | Deputado Federal (PPS-PE)
Raul cobra explicações sobre Política de Saneamento Básico
Teori diz a deputados que presidente pode ser investigada
Raul comemora aprovação de alternativa ao fator previdenciário
  • Digitalizar0001IBAMA - A defesa do meio ambiente

    Quando assumiu a Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso convidou Raul Jungmann para assumir a presidência do Ibama. O combate à grilagem de terras e a preservação ambiental começaram a ter prioridade no período em que Raul esteve à frente da Autarquia Federal. A partir do combate à grilagem de terras, o INCRA conseguiu transferir para o Ministério do Meio Ambiente 20 milhões de hectares, uma área maior que Portugal. Em parte destas terras, foi criada, na Amazônia, a Reserva de Tumucumaque, a maior do mundo em floresta tropical.

  • Digitalizar0002MINISTRO - O desafio da Reforma Agrária

    Em maio de 1996, Raul Jungmann foi convocado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso para resolver um dos mais delicados problemas de todos os últimos governos: a política de Reforma Agrária. Assim, ele assumiu o Ministério Extraordinário de Política Fundiária, transformado em 2000 em Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e impôs um novo ritmo ao programa. No cargo, realizou a maior reforma agrária da história do Brasil sem uso da força e rigorosamente dentro dos princípios democráticos. De 1995 até 2002, ou seja, nos dois governos de Fernando Henrique, foram assentadas cerca de 600 mil famílias, mais do dobro do resultado obtido nos trinta anos anteriores. Nos últimos seis anos daquele governo, o Ministério distribuiu 20 milhões de hectares para reforma agrária, praticamente igual ao que foi conseguido entre os anos de 1964 a 1994.

  • DEPUTADODEPUTADO FEDERAL

    Entre os anos de 2003 a 2010, Raul atuou como deputado federal por dois mandatos consecutivos. No seu primeiro mandato de deputado federal, Raul Jungmann foi vice-presidente da CPI das Sanguessugas, que desbaratou uma quadrilha que atuava junto ao Ministério da Saúde. A CPI denunciou inúmeros integrantes desse esquema, que envolvia parlamentares, empresários e funcionários públicos, encaminhando a denúncia ao Ministério Público Federal. Raul Jungmann foi um dos autores da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), aprovada no início de 2006, que colocou fim ao pagamento de "jetom" aos deputados e senadores quando ocorriam as convocações extraordinárias do Congresso Nacional. Com a aprovação desta emenda constitucional, a Nação não precisou mais pagar salários extras aos seus parlamentares quando o Congresso convocâ-los para trabalhar nos períodos de recesso.

  • desarmamento_02DESARMAMENTO – EM DEFESA PELA VIDA

    Um dos maiores acontecimentos no meio político em 2005 foi o Referendo sobre o comércio de armas de fogo e munição no País, que teve como secretário-geral da Frente Brasil Sem Armas, o deputado federal Raul Jungmann. Ele exerceu um papel fundamental na aprovação do Projeto de Decreto Legislativo 1274/04, que autorizou a realização da votação em 23 de outubro de 2005, ao pedir regime de urgência no encaminhamento do projeto. Desde o início da tramitação do projeto na Câmara Federal, Jungmann foi um dos maiores defensores da proposta que defendia a proibição definitiva da comercialização de armas em todo o território nacional. Jungmann avalia que o trabalho realizado pela Frente Brasil Sem Armas produziu importantes desdobramentos, como o debate em torno de uma cultura de paz e de uma sociedade sem armas.

  • timelineVEREADOR DO RECIFE

    Vereador eleito no Recife em 2012 com 11.873 votos. Teve uma atuação destacada em defesa da mobilidade urbana, da saúde pública, do meio ambiente e do patrimônio histórico-cultural. Entrou com representação no Ministério Público de Pernambuco contra o fechamento das Unidades de Saúde da Família (USFs) às sextas-feiras. Depois da denúncia, houve uma redução significativa das unidades fechadas. Também lutou pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI do Busão) na Câmara Municipal para investigar as empresas que controlam os ônibus que circulam pela cidade, abrindo a caixa-preta dos transporte públicos. Ainda denunciou a sonegação de mais de mil viagens diárias pelas empresas de ônibus, prejudicando mais de 1 milhão de passageiros da Região Metropolitana. O Ministério Público abriu inquérito civil. A campanha ficou conhecida como #NãoSomosSardinhas.

  • jungmanncoletiva1DEPUTADO FEDERAL

    Regressa à Câmara Federal em 2015, após ser eleito com 36.866 votos. Tem atuado no combate à corrupção e à violência, além de defender pautas prioritárias para o desenvolvimento socioeconômico de Pernambuco.

OS MILITARES E A CRISE

O principal juízo dos militares sobre a crise parte da constatação que os atores políticos, legitimados pelo voto para apontar e construir os caminhos da solução, abdicaram do papel que o grave momento nacional lhes reserva e reduziram as enormes dificuldades que se abatem sobre nós a mera luta pelo poder, na sua expressão mais primária. E ao esforço de preservação de biografias que a cada dia se mostram mais indefensáveis.

Reclamam, em síntese, da inexistência de vontade política para o enfrentamento efetivo dos problemas e, em consequência, da incompreensível subordinação das razões de Estado às conveniências político-partidárias.

A visão que eles têm da crise atual pode ser assim resumida:

a. Estão fechados com o que diz a Constituição e seu papel por ela definido. Nas suas palavras, nada farão fora do que diz o "livrinho" - nem prá por, nem para tirar ninguém, nem aceitarão ou apoiarão aventuras institucionais de qualquer das partes envolvidas;

b. Entendem, tendo em vista o aprofundamento social e econômico da crise, que cabe aos políticos sua rápida resolução, antes que ela se agrave ainda mais; e

c. Estão preocupados com a perspectiva de, não revertido o quadro de deterioração em curso, se verem convocados a intervir em nome da Garantia da Lei e da Ordem - GLO, art. 142, caput, da CF.

Convenhamos, a conjuntura lhes dá razão quanto ao temor de um descontrole. O crescente desemprego, a recessão, inflação, colapso fiscal de estados e municípios justifica a preocupação. Ademais, a perspectiva inédita de três anos de recessão, associada à vertiginosa perda de legitimidade do sistema político, de corrupção endêmica do governo e de parte do parlamento, somadas a amplas manifestações via redes sociais, torna cinzento nosso futuro.

Esse quadro poderia ser saneado se a política não fosse refém dela própria, como já dissemos anteriormente.

Isto porque, a crise é sobretudo política e da política, na sua relação incestuosa com o capital privado e patrimonialista com o Estado, aprofundada e acelerada à metástase pelos governos do PT e aliados, os principais responsáveis diretos pelo que ai está.

Diferentemente do que se passou em vários momentos da nossa história desde a crise de 1868, quando Caxias promoveu a queda do gabinete liberal do 2o reinado, inexiste projeto de tutela dos militares sobre as decisões ou rumos políticos do pais..

Hoje, os militares não desejam o poder ou identificam motivos para nele interferir, o que contribui decisivamente para nossa estabilidade democrática. Porém, temem que a irresolução da crise e seu agravamento os tire, de acordo com a lei, dos quartéis, onde cumprem com disciplina e compromisso seus deveres profissionais e institucionais.

Raul Jungmann
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ABERTURA DO ANO LEGISLATIVO.

Faço uma breve análise do pronunciamento da presidente Dilma que defendeu a recriação da CPMF, a prorrogação da DRU e a aprovação das reformas previdenciária e tributária.
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