23.03.2015 | Raul Jungmann

23.03.2015

LAGOA GRANDE NOTÍCIA

VILMAR SOLICITA EMENDA PARLAMENTAR PARA A SAÚDE DE LAGOA GRANDE E RAUL JUNGMANN ASSEGURA

Uma boa notícia

O empresário Vilmar Cappellaro solicitou ao deputado federal, Raul Jungamann (PPS) emendas parlamentares para área da saúde que contemplam a cidade de Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Petrolina. De acordo com Vilmar, é uma maneira de fazer um trabalho voltado para a população. “Estive conversando com Raul Jungmann e ele me assegurou as emendas na área da saúde. Consegui que ele pudesse colocar no seu projeto emendas para Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e para Petrolina. Todas essas emendas encaminhei que fosse direcionado para a prefeitura municipal, por que ela que tem a responsabilidade de atender toda população e que esses recursos vão de uma forma direta para que a população seja beneficiada”, disse Vilmar.

Vilmar disse que Raul, vai atender estas reivindicações. “Raul, disse que vai me atender com essas emendas, que vai fazer este trabalho. Eu tenho certeza que a agente pode trazer. É até uma forma de agradecer o compromisso que a agente tem assumido com a população quando a agente foi pedir votos. Então este compromisso, este trabalho que estamos fazendo é para mostrar a sociedade uma politica diferente, uma politica voltada exatamente para o povo”, ponderou Vilmar.

Vale destacar que mesmo sem mandato, Cappellaro diz que a população tem direito de cobrar emendas parlamentares. “Mesmo sem mandato nós temos o respalde de poder reivindicar das pessoas que são nossos representantes as emendas que faz juz a votação que eles receberam, eu acho que todos deveriam fazer isso”, comentou Vilmar.

Para Rauj, o pedido de Vilmar é coerente com anseio da população. ”Vilmar está de parabéns em pedir as ações para área da saúde. É um homem inteligente e tem muito a contribuir por Lagoa Grande e outras cidades do Sertão”, concluiu Jungmann.

 

 

O DIA

RIO

RIO NÃO REGISTRA ARMAS APREENDIDAS, DIZ POLÍCIA FEDERAL

Segundo a PF, estado descumpre determinação de comunicar a sistema nacional dados de todas as armas apreendidas

FELIPE FREIRE

Rio – Na contramão das recentes críticas feitas pelo secretário de Segurança José Mariano Beltrame à falta de repressão ao contrabando de armas nas fronteiras do país, dados do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), divulgados pela Polícia Federal ao DIA, evidenciam que o problema pode estar, na verdade, ‘dentro de casa’. O Rio, assim como quase todos os estados brasileiros, descumpre a determinação sobre a comunicação de apreensões de armas ao banco de dados, garante a PF. A desorganização atrapalha investigações e extingue o histórico confiável dos armamentos recuperados pela polícia.

Apesar da obrigatoriedade que prevê o decreto nº 5.123, de 2004, a Polícia Civil, segundo a PF, não repassa todos os registros ao sistema, que é utilizado pelos 26 estados e o Distrito Federal. Em 2012, foram comunicados ao Sinarm apenas 456 casos de apreensões de arma no Rio. O número representaria 6,97% do universo de 7.367 apreensões feitas no ano, se comparados com os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

No ano seguinte, a PF disse que recebeu o comunicado de 227 armas apreendidas no Rio. E, de janeiro e agosto de 2014 (último mês do levantamento), foram 118.

“Em relação ao Rio, isso mascara um problema crônico. A Dfae (Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos), por exemplo, tem um acervo enorme, e sabemos que a arma estocada pode ser facilmente desviada. Se o fato não entra nos dados do Sinarm, como um outro delegado que apreender novamente esta arma poderá descobrir que ela na verdade saiu das mãos da polícias? Como iremos combater essa fraude da própria polícia?”, questionou o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), que foi um dos relatores da CPI das Armas, finalizada em 2006.

Além do gerenciamento do Sinarm, que é de responsabilidade da Polícia Federal e abrange o cadastro de armas das polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil, de órgãos públicos, das adquiridas pelo cidadão e por empresas de segurança privada e de transporte de valores, entre outros, o Brasil também conta com Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma). Este abrange os dados das Forças Armadas, PM, Bombeiros, armas de colecionadores, atiradores e caçadores e das empresas fabricantes.